30.9.04
Quando eu era moleque meu sonho era ser o Arnaldo Antunes. Meus chutes: Marcello devia sonhar em ser Neil Peart; Jamil, Jason Newsted; guga_bruno, Jimmy Page.
O Jamil era metaleiro mesmo. Encomendava fitas e camisetas por meio daquelas páginas de venda que vêm cheias de pequenas imagens quadradinhas, com um código esquisito embaixo. O pacote chegava com os últimos trabalhos de Testament, Megadeth, Kreator, Metallica, Sepultura, Slayer.
Uma vez gravei o "Brasil", do Ratos de Porão, lá na casa do Jamil. Nessa época eu treinava no time de futebol de salão do Tamoyo, em Cabo Frio. Era beque reserva do Elton. Antes de cada jogo do campeonato interno, eu vestia o uniforme verde e branco, colocava a fitinha do "Brasil" pra tocar, pulava e batia cabeça sozinho na sala, de porta fechada. Na hora de partir para o jogo, já estava aquecido. Abria a porta como se nada tivesse acontecido, pendurava o cordão-chaveiro vermelho no pescoço, caminhava devagar e chegava no clube quieto. Lá nos miolos: "Aids, pop, repressão/o que que eu fiz para merecer isso?".
O Jamil era metaleiro mesmo. Encomendava fitas e camisetas por meio daquelas páginas de venda que vêm cheias de pequenas imagens quadradinhas, com um código esquisito embaixo. O pacote chegava com os últimos trabalhos de Testament, Megadeth, Kreator, Metallica, Sepultura, Slayer.
Uma vez gravei o "Brasil", do Ratos de Porão, lá na casa do Jamil. Nessa época eu treinava no time de futebol de salão do Tamoyo, em Cabo Frio. Era beque reserva do Elton. Antes de cada jogo do campeonato interno, eu vestia o uniforme verde e branco, colocava a fitinha do "Brasil" pra tocar, pulava e batia cabeça sozinho na sala, de porta fechada. Na hora de partir para o jogo, já estava aquecido. Abria a porta como se nada tivesse acontecido, pendurava o cordão-chaveiro vermelho no pescoço, caminhava devagar e chegava no clube quieto. Lá nos miolos: "Aids, pop, repressão/o que que eu fiz para merecer isso?".
28.9.04
da série "E se saísse da banda?"
se o guga desse a louca e saísse da banda....
... ia ser jogada de marketing, vocês podem acreditar. esse menino não dá ponta sem nó, e já teria um plano maquiavélico megalomaníaco por trás, fosse conosco ou não. caso não, os shows do lascivalula poderiam ter palcos com pisos menos resistentes em função de seus pulos que não mais existiriam. o guitarrista substituto, com certeza seria pior, e menos louco também. claro, também não seria surpresa nenhuma se no dia seguinte ele acordasse achando que não deveria ter saído da banda, dado a passionalidade das decisões do rapaz. mas não haveria problema. a gente expulsaria o recém chegado guitarrista e o recebia de braços abertos (e punhos fechados).
se o felipe concluísse que ia sair da banda....
... ele provavelmente o faria por achar que o lascivalula nunca iria chegar a lugar nenhum, mesmo a gente fazendo 10 shows remunerados por dia e tendo fãs femeas arrancando as roupas na nossa frente. e se saísse mesmo, nossas letras passariam a ser muito fracas porque dentre os demais o guga é muito preciosista, o jamil não escreve, e o marcello disse que fez músicas mas nunca mostrou pra ninguém, ou seja, lenda. passaríamos talvez a ser uma banda instrumental, mas acabaríamos matando uns aos outros de tanto brigar, uma vez que nosso ex-vocalista, compositor, monge líder teria passado a terminar seus dias fazendo revisões. em livros de todas as naturezas. ouvi falar que o último que ele pegou era meio grandinho, algo a ver com um tal de cristo.
se o marcello falasse que ia sair da banda...
... provavelmente ele ia estar de sacanagem. mas poderia ser tarde demais, porque a banda já estaria tão de saco cheio de suas piadinhas sem graça que topariam no ato, deixando ele com cara de pastel. ele, orgulhoso que só, jamais voltaria atrás e guardaria rancor para todo o sempre apesar de continuar fiel amigo do peito dos três. o baterista que entrasse em seu lugar teria que tentar compactar as baterias num set de tamanho normal, e deixar dreads crescerem - condição esta que mantém o atual na banda até os dias de hoje. outro dia encontrei com ele na rua. ele estava com uma garrafa de cantina da serra na mão e disse que estava com umas músicas novas e que um dia ia mostrar. mas claro, nunca mostrou e nem mostrará. bastardo.
se o jamil resolvesse por a+b que ia sair da banda...
... no dia seguinte a banda acabava. não haveria mais cds, mais site, mais camisas e mais ensaios marcados. e o pouco que sobrasse seria porco demais para vender. ninguém mais teria paciência para ser o RP do fotolog, nós chegaríamos atrasados em todos os shows e perderíamos dinheiro como quem perde a vergonha. diriam por aí que ele virou designer de sucesso. mas o trabalho estaria tão estressante e apertado que ele definitivamente teria perdido os cabelos.
-------------------------------------------------------
ao postar meu último comment no meu próprio blog, ele me avisou:
- obrigado pelo comentário!
pensei:
- ele não teria me agradecido se tivesse lido as merdas que eu escrevo.
-------------------------------------------------------
o sintonia é legal.
-------------------------------------------------------
melhor banda do momento do dia: emílio e mauro
(agradecimentos boiolamente exacerbados ao velhinho e ramon do thefeitos!)
se o guga desse a louca e saísse da banda....
... ia ser jogada de marketing, vocês podem acreditar. esse menino não dá ponta sem nó, e já teria um plano maquiavélico megalomaníaco por trás, fosse conosco ou não. caso não, os shows do lascivalula poderiam ter palcos com pisos menos resistentes em função de seus pulos que não mais existiriam. o guitarrista substituto, com certeza seria pior, e menos louco também. claro, também não seria surpresa nenhuma se no dia seguinte ele acordasse achando que não deveria ter saído da banda, dado a passionalidade das decisões do rapaz. mas não haveria problema. a gente expulsaria o recém chegado guitarrista e o recebia de braços abertos (e punhos fechados).
se o felipe concluísse que ia sair da banda....
... ele provavelmente o faria por achar que o lascivalula nunca iria chegar a lugar nenhum, mesmo a gente fazendo 10 shows remunerados por dia e tendo fãs femeas arrancando as roupas na nossa frente. e se saísse mesmo, nossas letras passariam a ser muito fracas porque dentre os demais o guga é muito preciosista, o jamil não escreve, e o marcello disse que fez músicas mas nunca mostrou pra ninguém, ou seja, lenda. passaríamos talvez a ser uma banda instrumental, mas acabaríamos matando uns aos outros de tanto brigar, uma vez que nosso ex-vocalista, compositor, monge líder teria passado a terminar seus dias fazendo revisões. em livros de todas as naturezas. ouvi falar que o último que ele pegou era meio grandinho, algo a ver com um tal de cristo.
se o marcello falasse que ia sair da banda...
... provavelmente ele ia estar de sacanagem. mas poderia ser tarde demais, porque a banda já estaria tão de saco cheio de suas piadinhas sem graça que topariam no ato, deixando ele com cara de pastel. ele, orgulhoso que só, jamais voltaria atrás e guardaria rancor para todo o sempre apesar de continuar fiel amigo do peito dos três. o baterista que entrasse em seu lugar teria que tentar compactar as baterias num set de tamanho normal, e deixar dreads crescerem - condição esta que mantém o atual na banda até os dias de hoje. outro dia encontrei com ele na rua. ele estava com uma garrafa de cantina da serra na mão e disse que estava com umas músicas novas e que um dia ia mostrar. mas claro, nunca mostrou e nem mostrará. bastardo.
se o jamil resolvesse por a+b que ia sair da banda...
... no dia seguinte a banda acabava. não haveria mais cds, mais site, mais camisas e mais ensaios marcados. e o pouco que sobrasse seria porco demais para vender. ninguém mais teria paciência para ser o RP do fotolog, nós chegaríamos atrasados em todos os shows e perderíamos dinheiro como quem perde a vergonha. diriam por aí que ele virou designer de sucesso. mas o trabalho estaria tão estressante e apertado que ele definitivamente teria perdido os cabelos.
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ao postar meu último comment no meu próprio blog, ele me avisou:
- obrigado pelo comentário!
pensei:
- ele não teria me agradecido se tivesse lido as merdas que eu escrevo.
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o sintonia é legal.
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melhor banda do momento do dia: emílio e mauro
(agradecimentos boiolamente exacerbados ao velhinho e ramon do thefeitos!)
16.9.04
muitas pessoas me perguntam (ou então a verdade : ninguém jamais me perguntou até hoje) sobre o polêmico set-list feito para o teatro odisséia, no show de lançamento do clipe.
pois bem. cansado dos set lists toscos feitos na hora, com aquela caneta falhada que inevitavelmente sempre some no fim do show (e é sempre a do jamil, coitado) decidi iniciar uma onda de set-lists feitos em casa, bonitinhos e tal. essa onda já durou 3 shows seguidos, está sendo um sucesso desmedido.
na segunda oportunidade, na do show citado acima, eu quando vi o set-list fiquei tão feliz, mas tão feliz que me quedei automaticamente bêbado e, ao digitá-lo, recriei os nomes e estórias a partir de minha visão insana.
abaixo segue a explicação detalhada sobre o post do nosso fotolog de hoje (16/09). transcrevo entao, na integra, o que esta escrito no papel que, rodadamente, lambe o fundo da sola da sandalia de couro que cerca o pano vermelho que cobre os pes que fincam mr. schuery no chao:
quarta feia de cinza - a triste parodia de uma das quatro barangas metidas a dark que frequentavam o bairro de fátima nas madrugadas de domingo. curiosamente, elas achavam que após o domingo viria a quarta.
a mesa mulher - essa é uma homenagem à masculinidade do movel que está em todos os lugares nos servindo. nesse caso era fêmea, mas atentemos para o fato de que, se é feito de pau, geralmente é masculino.
frangá-lhos - marcello dando uma de professor pasquele. creio que sempre devemos conjugar os verbos de forma correta.
há quem dás - existem meninas pudicas, como as moças do lascivalula, mas também existem as que gostam de umas sacanagens. por isso "há quem dê" e também "há quem dás", se for muita gente.
b-xó - brechó, em versão para chat.
canção do amor - notem que aqui minha imaginação já não estava muito bem.
caca ao iel - praticamente uma leitura moderna e bem educada de "mandar à merda".
o liv e a lik - uma linda estória de amor, sobre liv (um rapaz que gostava de botar um capuz preto e matar gente por aí com seu machado) e lik (uma doce menina que teve o pai e a mãe mortos por um desconhecido matador encapuzado e passou a entregar jornais com sua bicicleta para juntar um troco, comprar uma bazuca e batar o bastardo que acabou com sua família. a vida é uma irônia não é mesmo?).
vai que é mole - esse negócio de ficar com medinho de chegar na cara da mulé e dizer que está apaixonado é coisa de viado. tem que ser que nem eu e fazer que nem eu faço: chegar em todas e pegar geral.
danssunashuwa - antigo mantra budista usado para meditação. eleva o espírito, ilumina, cura caganeira e traz a mulher amada em menos de 8 anos.
o escamoso e o cascudo - um conto sobre o dia em que o escamoso (sim, aquele mesmo, do thundercats) fez merda e foi punido pelo mun-há com o famoso golpe da pirralhada.
casal de véu - o show encerrou com uma mostra de que o lascivalula, banda que só tem macho, todo mundo homem pra caralho, heterosexual até a mente e fonte inesgotável de cromossomo y se importa com as questões do bisexualismo. o lascivalula apoia o casamento entre iguais. (e isso inclui gêmeos univitelinos e irmãos siameses).
pergunta do dia: quando um gato siamês tem irmão siamês ele é um gato siamês siamês?
e termino parabenizando Felipe Schuery: além de estarmos ai tocando nosso som e tentando agradar ao máximo todo mundo e principalmente a nós mesmos, semana passada, em segredo para não causar muito alvoroço, nosso amado vocalista fechou uma linha de roupas exclusivas 100% em poliester com a sua assinatura, e hoje em dia já pode ser considerado o novo sex-simbol da juventude de nossa geração. vejam essa prova impressionante do estilo que está contagiando a moçada, e que, por causa das comparações com do Felipe com Raul Seixas, já recebeu carinhosamente o nome de Schu Schu Beleza!
o protótipo original- http://www.fotolog.net/lascivalula/?pid=8709246
o material lançado- http://ubbibr.fotolog.net/_polyester/?pid=8217436
sem mais.
(nem menos).
pois bem. cansado dos set lists toscos feitos na hora, com aquela caneta falhada que inevitavelmente sempre some no fim do show (e é sempre a do jamil, coitado) decidi iniciar uma onda de set-lists feitos em casa, bonitinhos e tal. essa onda já durou 3 shows seguidos, está sendo um sucesso desmedido.
na segunda oportunidade, na do show citado acima, eu quando vi o set-list fiquei tão feliz, mas tão feliz que me quedei automaticamente bêbado e, ao digitá-lo, recriei os nomes e estórias a partir de minha visão insana.
abaixo segue a explicação detalhada sobre o post do nosso fotolog de hoje (16/09). transcrevo entao, na integra, o que esta escrito no papel que, rodadamente, lambe o fundo da sola da sandalia de couro que cerca o pano vermelho que cobre os pes que fincam mr. schuery no chao:
quarta feia de cinza - a triste parodia de uma das quatro barangas metidas a dark que frequentavam o bairro de fátima nas madrugadas de domingo. curiosamente, elas achavam que após o domingo viria a quarta.
a mesa mulher - essa é uma homenagem à masculinidade do movel que está em todos os lugares nos servindo. nesse caso era fêmea, mas atentemos para o fato de que, se é feito de pau, geralmente é masculino.
frangá-lhos - marcello dando uma de professor pasquele. creio que sempre devemos conjugar os verbos de forma correta.
há quem dás - existem meninas pudicas, como as moças do lascivalula, mas também existem as que gostam de umas sacanagens. por isso "há quem dê" e também "há quem dás", se for muita gente.
b-xó - brechó, em versão para chat.
canção do amor - notem que aqui minha imaginação já não estava muito bem.
caca ao iel - praticamente uma leitura moderna e bem educada de "mandar à merda".
o liv e a lik - uma linda estória de amor, sobre liv (um rapaz que gostava de botar um capuz preto e matar gente por aí com seu machado) e lik (uma doce menina que teve o pai e a mãe mortos por um desconhecido matador encapuzado e passou a entregar jornais com sua bicicleta para juntar um troco, comprar uma bazuca e batar o bastardo que acabou com sua família. a vida é uma irônia não é mesmo?).
vai que é mole - esse negócio de ficar com medinho de chegar na cara da mulé e dizer que está apaixonado é coisa de viado. tem que ser que nem eu e fazer que nem eu faço: chegar em todas e pegar geral.
danssunashuwa - antigo mantra budista usado para meditação. eleva o espírito, ilumina, cura caganeira e traz a mulher amada em menos de 8 anos.
o escamoso e o cascudo - um conto sobre o dia em que o escamoso (sim, aquele mesmo, do thundercats) fez merda e foi punido pelo mun-há com o famoso golpe da pirralhada.
casal de véu - o show encerrou com uma mostra de que o lascivalula, banda que só tem macho, todo mundo homem pra caralho, heterosexual até a mente e fonte inesgotável de cromossomo y se importa com as questões do bisexualismo. o lascivalula apoia o casamento entre iguais. (e isso inclui gêmeos univitelinos e irmãos siameses).
pergunta do dia: quando um gato siamês tem irmão siamês ele é um gato siamês siamês?
e termino parabenizando Felipe Schuery: além de estarmos ai tocando nosso som e tentando agradar ao máximo todo mundo e principalmente a nós mesmos, semana passada, em segredo para não causar muito alvoroço, nosso amado vocalista fechou uma linha de roupas exclusivas 100% em poliester com a sua assinatura, e hoje em dia já pode ser considerado o novo sex-simbol da juventude de nossa geração. vejam essa prova impressionante do estilo que está contagiando a moçada, e que, por causa das comparações com do Felipe com Raul Seixas, já recebeu carinhosamente o nome de Schu Schu Beleza!
o protótipo original- http://www.fotolog.net/lascivalula/?pid=8709246
o material lançado- http://ubbibr.fotolog.net/_polyester/?pid=8217436
sem mais.
(nem menos).
9.9.04
Sábado, 04 de setembro de 2004 – 14:00
estou feliz. no churrasco de nosso camarada marcelo “baguete”, combinei com o jamil de dar uma mão para ele na confecção de nosso singlezinho que seria distribuído quatro dias depois no sérgio porto. jamil, que além de baixista e produtor ainda é designer (e como é um lascivalula, redundantemente é um chato detalhista, daqueles que, no caso, seria capaz de pedir pro michelângelo repintar a capela cistina inteira porque achou que a coloração da abóbada faltou aproximadamente 0.02% de pigmento de alguma cor) bolou uma capinha pra lá de caprichada, pra capinha profissional nenhuma botar defeito. o troço incluía papel de presente alemão, triplex, dobras, cortes e vincos em tudo que você pode imaginar. trabalho do cão. então combinei de dividir o fardo com ele, e peguei uns 100 exemplares para finalizar na terça.
nesse momento me sentia a pessoa mais legal do mundo. a caridade em pessoa. mais ou menos o que seria a cruza da madre teresa de calcutá com um exímio artesão medieval... claro, isso se ela não desse uma bolsada nele pela proposta atrevida. após isso me embriaguei, terminei o churrasco meio tri-li-li e acabei no show do cachorro grande.
Terça, 06 de setembro de 2004 – 13:00
ligo pro jamil pra combinar de entregar a ele a última versão da música, que dei uma amplificada. na noite anterior, no ensaio, ele me deu toda a parafernália necessária: saquinhos plásticos, adesivos, pilhas de capinhas e cds, muitos cds para gravar. marquei com ele no sintonia, mais tarde. Enquanto ele escravizava sua amável amada priscila na terrível labuta de confecção, eu olhei pro céu lindo e sol radiante, optando por ir à praia e deixar o trabalho para mais tarde. mesmo sem vê-lo, notei que ele me olhou meio assim de lado já saindo indo embora louco pra dizer que eu ia me fuder... e falou... “aí, você vai se fuder hein? é muito trabalho!”. mas eu, inconseqüente toda vida, naturalmente como sempre disse: “qué isso jamil, tranqüilo!”.
nesse momento me sentia a pessoa mais tranqüila do mundo. buddha encarnado. se houvesse uma figueira perto de mim iria logo ao seu encontro para uma meditação. certamente não me iluminaria, mas por outro lado nem me importaria muito com a picada que a formiga vermelha atingida por minhas nádegas daria.
Terça, 06 de setembro de 2004 – 21:00
atrasado horrores por culpa da máfia oriental (leia-se, estava num rodízio de sushis) me encontrei com o jamil no sintonia pontualmente atrasado em duas horas e meia. Tiro do bolso um cdzinho sem capa e sem nada e entrego pro rapaz, que quase tem um piripaque do coração ao ver aquilo. tosqueira versus precaução, é marcello versus jamil. após deixar meus amiguinhos jamil, polly e ramon em seus respectivos lares ou quase lares (pô, o ramon mora em niterói, e nessa hora eu já não me sentia tão bondoso como antes) rumei para meu lar.
nesse momento me sentia a pessoa mais ansiosa do mundo. mal poderia esperar para começar a ajudar meu camarada, fazendo um por um aqueles cds, e agradar cada uma das pessoas que estaria no sérgio porto. lembro de nessa hora ter ouvido o fundo musical de cordas de um momento triunfal. e logo em seguida ouvi meu irmão me dando esporro para eu baixar a rádio mec.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 01:00
passei muito tempo respondendo emails, vendo televisão e fazendo coisas de pouca utilidade para a vida de um indivíduo. e cd que é bom nada. então eis que chega o sono, e ele quando vem não quer nem saber de mimo não, vai logo que morre mesmo, e não tem häagen dazs que o suborne. após alguma negociação com morfeu, decidi que seria mais acertado eu dormir e acordar as 05:30. dava uma descansada, terminava os cds até no máximo umas 07:30, botava a bateria no carro e tomava banho até umas 08:30 e ia embora para todo o sempre.
nesse momento me sentia o maior estrategista do mundo. churchill, hitler e bush que me perdoem, mas com esse plano perfeito nada poderia estar errado. pensei em fumar um charuto de comemoração, mas logo lembrei que não fumo. nossos ouvintes estariam a salvo e eu descansado. (e sem câncer de pulmão)
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 04:00
acordo com a garganta doendo de tanto tossir. sei lá que merda que aconteceu, o fato é que eu nunca vi tanta gosma verde sair de dentro de um organismo desde o lançamento de neb, o alienígena, no mercado brasileiro de brinquedos. sem conseguir mais dormir, a solução foi iniciar os trabalhos.
nesse momento me sentia a pessoa mais cansada do mundo, mas não estava ligando tanto, afinal pelas minhas contas lá pras 6:00 todo o trabalho estaria terminado, e com sorte daria para dar uma dormida quando a minha garganta estivesse melhor.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 04:20
momentos de tensão. descubro que a centena de adesivinhos “de lascivalula para você” não eram adesivinhos, e sim papeizinhos que necessitariam de cola aplicada um a um. também descubro que vincar as caixinhas é irritantemente chato e que cada cd demora em torno de 3 minutos para queimar. ou seja, 300 minutos. façam as contas e vejam quantas horas dá 300 minutos.
nesse momento me sentia a pessoa mais apavorada do mundo. parecia que fred, jason, predador e alien estavam todos na minha casa. mas não em realidade, e sim em um novo longa metragem que unia os quatro, um querendo matar o outro. isso sim que seria horripilante!
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 07:30
o sol já havia nascido há muito tempo, os passarinhos malditos já estavam cantando não sei por que, eu já havia amaldiçoado todas as dezesseis futuras gerações do jamil pela idéia idiota da caixinha. enrola logo num saco de pão e dá pras pessoas, pronto. que saco.
nesse momento me sentia a pessoa mais revoltada do mundo. pensava em cada um que iria receber aquele cd e fazia em minha mente a triagem de quem merecia e quem não merecia. e uma coisa já tinha decidido: se o passarinho fosse no show, além de não ganhar mimo ainda ia ganhar um tabefe pra aprender a ficar calado e respeitar o sofrimento alheio.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 08:00
descabelado, fedido e cansado, era a hora de fazer mil viagens para levar a minha bateria para o carro. ainda tinha que tomar um banho, me arrumar, levar a roupa pro show, e não esquecer o material para a obra que estou trabalhando. me deu um ódio mortal de tudo.
nesse momento queria raspar a cabeça, perder o olfato, morrer, passar a tocar flauta doce instantaneamente no lugar da bateria, sair pelado de casa, tocar pelado também e implodir toda a arquitetura já construída no mundo.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 16:30
é incrível. é só a coisa começar a tomar forma de novo que o gás é reposto. após a traumática passagem de som e gravação de entrevistazinha para a mtv – onde aliás os repórteres ganhariam fácil fácil o prêmio nobel da paciência por ter que esperar a tão conturbada configuração sonora – estava tudo prontinho. o pessoal do surf shop ted passou o som também e tudo ficou bonito pra foto. (e pro ouvido)
nesse momento estava prestes a me sentir a pessoa mais recompensada do mundo. saí para tomar um cantinão da serra no bar da esquina e ao voltar a casa já estava repleta de gente, muitos amigos, muitos desconhecidos. ei, desconhecidos, eu gosto muito de vocês! vocês nem fazem idéia de como me faz feliz chegar num lugar onde a gente vai tocar e ver um rosto que nunca tinha visto antes em um show da gente, interessado em ver qual é a do nosso som. basta um desses desconhecidos para que me dê no fundo a vontade de fazer sempre o melhor show possível. quanto aos conhecidos, não tenho nem palavras. valeu pelo apoio, e quando estivermos no poder, todos estarão convidados a ir no meu barracão para comer uma feijoada regada a cantina da serra. seco ou suave.
Sexta, 10 de setembro de 2004 – 18:00
acabo de ouvir a versão de “vai que morre” tocada no show do sérgio porto, que a clarisse lagos mandou pro jamil. (o link está no fotolog!). a audibilidade não está muito boa, também pudera, só se fosse a gravação direto da mesa (e agora me pergunto... porque diabos não gravamos o show da mesa?) mas dá pra sentir a energia!! senti as pessoas cantando, senti o felipe gritando, senti o jamil sorrindo e senti o guga saltitando. fantástico, meu dia agora está mais feliz.
nesse momento queria fazer show de aniversário do lascivalula a todo momento.
estou feliz. no churrasco de nosso camarada marcelo “baguete”, combinei com o jamil de dar uma mão para ele na confecção de nosso singlezinho que seria distribuído quatro dias depois no sérgio porto. jamil, que além de baixista e produtor ainda é designer (e como é um lascivalula, redundantemente é um chato detalhista, daqueles que, no caso, seria capaz de pedir pro michelângelo repintar a capela cistina inteira porque achou que a coloração da abóbada faltou aproximadamente 0.02% de pigmento de alguma cor) bolou uma capinha pra lá de caprichada, pra capinha profissional nenhuma botar defeito. o troço incluía papel de presente alemão, triplex, dobras, cortes e vincos em tudo que você pode imaginar. trabalho do cão. então combinei de dividir o fardo com ele, e peguei uns 100 exemplares para finalizar na terça.
nesse momento me sentia a pessoa mais legal do mundo. a caridade em pessoa. mais ou menos o que seria a cruza da madre teresa de calcutá com um exímio artesão medieval... claro, isso se ela não desse uma bolsada nele pela proposta atrevida. após isso me embriaguei, terminei o churrasco meio tri-li-li e acabei no show do cachorro grande.
Terça, 06 de setembro de 2004 – 13:00
ligo pro jamil pra combinar de entregar a ele a última versão da música, que dei uma amplificada. na noite anterior, no ensaio, ele me deu toda a parafernália necessária: saquinhos plásticos, adesivos, pilhas de capinhas e cds, muitos cds para gravar. marquei com ele no sintonia, mais tarde. Enquanto ele escravizava sua amável amada priscila na terrível labuta de confecção, eu olhei pro céu lindo e sol radiante, optando por ir à praia e deixar o trabalho para mais tarde. mesmo sem vê-lo, notei que ele me olhou meio assim de lado já saindo indo embora louco pra dizer que eu ia me fuder... e falou... “aí, você vai se fuder hein? é muito trabalho!”. mas eu, inconseqüente toda vida, naturalmente como sempre disse: “qué isso jamil, tranqüilo!”.
nesse momento me sentia a pessoa mais tranqüila do mundo. buddha encarnado. se houvesse uma figueira perto de mim iria logo ao seu encontro para uma meditação. certamente não me iluminaria, mas por outro lado nem me importaria muito com a picada que a formiga vermelha atingida por minhas nádegas daria.
Terça, 06 de setembro de 2004 – 21:00
atrasado horrores por culpa da máfia oriental (leia-se, estava num rodízio de sushis) me encontrei com o jamil no sintonia pontualmente atrasado em duas horas e meia. Tiro do bolso um cdzinho sem capa e sem nada e entrego pro rapaz, que quase tem um piripaque do coração ao ver aquilo. tosqueira versus precaução, é marcello versus jamil. após deixar meus amiguinhos jamil, polly e ramon em seus respectivos lares ou quase lares (pô, o ramon mora em niterói, e nessa hora eu já não me sentia tão bondoso como antes) rumei para meu lar.
nesse momento me sentia a pessoa mais ansiosa do mundo. mal poderia esperar para começar a ajudar meu camarada, fazendo um por um aqueles cds, e agradar cada uma das pessoas que estaria no sérgio porto. lembro de nessa hora ter ouvido o fundo musical de cordas de um momento triunfal. e logo em seguida ouvi meu irmão me dando esporro para eu baixar a rádio mec.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 01:00
passei muito tempo respondendo emails, vendo televisão e fazendo coisas de pouca utilidade para a vida de um indivíduo. e cd que é bom nada. então eis que chega o sono, e ele quando vem não quer nem saber de mimo não, vai logo que morre mesmo, e não tem häagen dazs que o suborne. após alguma negociação com morfeu, decidi que seria mais acertado eu dormir e acordar as 05:30. dava uma descansada, terminava os cds até no máximo umas 07:30, botava a bateria no carro e tomava banho até umas 08:30 e ia embora para todo o sempre.
nesse momento me sentia o maior estrategista do mundo. churchill, hitler e bush que me perdoem, mas com esse plano perfeito nada poderia estar errado. pensei em fumar um charuto de comemoração, mas logo lembrei que não fumo. nossos ouvintes estariam a salvo e eu descansado. (e sem câncer de pulmão)
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 04:00
acordo com a garganta doendo de tanto tossir. sei lá que merda que aconteceu, o fato é que eu nunca vi tanta gosma verde sair de dentro de um organismo desde o lançamento de neb, o alienígena, no mercado brasileiro de brinquedos. sem conseguir mais dormir, a solução foi iniciar os trabalhos.
nesse momento me sentia a pessoa mais cansada do mundo, mas não estava ligando tanto, afinal pelas minhas contas lá pras 6:00 todo o trabalho estaria terminado, e com sorte daria para dar uma dormida quando a minha garganta estivesse melhor.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 04:20
momentos de tensão. descubro que a centena de adesivinhos “de lascivalula para você” não eram adesivinhos, e sim papeizinhos que necessitariam de cola aplicada um a um. também descubro que vincar as caixinhas é irritantemente chato e que cada cd demora em torno de 3 minutos para queimar. ou seja, 300 minutos. façam as contas e vejam quantas horas dá 300 minutos.
nesse momento me sentia a pessoa mais apavorada do mundo. parecia que fred, jason, predador e alien estavam todos na minha casa. mas não em realidade, e sim em um novo longa metragem que unia os quatro, um querendo matar o outro. isso sim que seria horripilante!
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 07:30
o sol já havia nascido há muito tempo, os passarinhos malditos já estavam cantando não sei por que, eu já havia amaldiçoado todas as dezesseis futuras gerações do jamil pela idéia idiota da caixinha. enrola logo num saco de pão e dá pras pessoas, pronto. que saco.
nesse momento me sentia a pessoa mais revoltada do mundo. pensava em cada um que iria receber aquele cd e fazia em minha mente a triagem de quem merecia e quem não merecia. e uma coisa já tinha decidido: se o passarinho fosse no show, além de não ganhar mimo ainda ia ganhar um tabefe pra aprender a ficar calado e respeitar o sofrimento alheio.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 08:00
descabelado, fedido e cansado, era a hora de fazer mil viagens para levar a minha bateria para o carro. ainda tinha que tomar um banho, me arrumar, levar a roupa pro show, e não esquecer o material para a obra que estou trabalhando. me deu um ódio mortal de tudo.
nesse momento queria raspar a cabeça, perder o olfato, morrer, passar a tocar flauta doce instantaneamente no lugar da bateria, sair pelado de casa, tocar pelado também e implodir toda a arquitetura já construída no mundo.
Quarta, 07 de setembro de 2004 – 16:30
é incrível. é só a coisa começar a tomar forma de novo que o gás é reposto. após a traumática passagem de som e gravação de entrevistazinha para a mtv – onde aliás os repórteres ganhariam fácil fácil o prêmio nobel da paciência por ter que esperar a tão conturbada configuração sonora – estava tudo prontinho. o pessoal do surf shop ted passou o som também e tudo ficou bonito pra foto. (e pro ouvido)
nesse momento estava prestes a me sentir a pessoa mais recompensada do mundo. saí para tomar um cantinão da serra no bar da esquina e ao voltar a casa já estava repleta de gente, muitos amigos, muitos desconhecidos. ei, desconhecidos, eu gosto muito de vocês! vocês nem fazem idéia de como me faz feliz chegar num lugar onde a gente vai tocar e ver um rosto que nunca tinha visto antes em um show da gente, interessado em ver qual é a do nosso som. basta um desses desconhecidos para que me dê no fundo a vontade de fazer sempre o melhor show possível. quanto aos conhecidos, não tenho nem palavras. valeu pelo apoio, e quando estivermos no poder, todos estarão convidados a ir no meu barracão para comer uma feijoada regada a cantina da serra. seco ou suave.
Sexta, 10 de setembro de 2004 – 18:00
acabo de ouvir a versão de “vai que morre” tocada no show do sérgio porto, que a clarisse lagos mandou pro jamil. (o link está no fotolog!). a audibilidade não está muito boa, também pudera, só se fosse a gravação direto da mesa (e agora me pergunto... porque diabos não gravamos o show da mesa?) mas dá pra sentir a energia!! senti as pessoas cantando, senti o felipe gritando, senti o jamil sorrindo e senti o guga saltitando. fantástico, meu dia agora está mais feliz.
nesse momento queria fazer show de aniversário do lascivalula a todo momento.
3.9.04
- em breve precisaremos de um novo baixista. nosso atual, jamil, está se destacando brilhantemente na posição de produtor da banda. em breve o contrataremos para seu novo cargo, dispensando-o das quatro cordas. de forma a manter nosso som com as mesmas características, no entanto, faremos uma severa seleção para que o novo cozinheiro tenha exatamente as mesmas características. pretendentes já lotaram minha caixa de email alegando que o velhinho do the feitos está levando vantagem, uma vez que já é careca.
- cachorro grande e lobão sobem no palco do teatro odisséia amanhã, um de cada vez. perder essa série canina será o maior mico que uma pessoa poderá pagar nesse meio de feriado no RJ. mas a pergunta fica no ar: o que é maior? um lobão ou um cachorro grande? ou um lobo grande? ou um cachorrão? mistério...
- está prontinho da silva nosso single, que será distribuido aos que forem no nosso show de aniversário, dia 8 de setembro, agora lá no espaço cultural sérgio porto no humaitá. a finalização de mixagem e pré-masterização ficaram muito boas mesmo. a melhor das gravações do lascivalula, é o que dizem por aí. e o presente não para por aí: dentro ainda há um arquivo multimídia para a alegria de vocês. (na verdade é pra nossa consciência de estar gravando apenas uma faixa em um cd ficar mais limpa)
- essa semana foi sinistra. o tom capone morreu, a maior galera na russia morreu, e eu também pra falar a verdade nem to me sentindo muito bem.
- mas quanto ao capone, foi uma perda enorme para a cena fonográfica brasileira. no entanto, estamos agenciando nosso guitarrista guga_bruno para as bandas que perderam o tom. (trocadilhômetro tilintando). por favor, interessados enviar e-mails com propostas.
- a entrevista na rádio veiga de almeida foi um fiasco. não pela equipe da rádio e nem pelo programa, que são fantásticos, mas sim por mim e pelo jamil, que chegamos a 10 minutos do fim do programa graças ao trânsito do rio de janeiro. no entanto a simpaticíssima equipe do programa que passa em 99.3mhz para barra, recreio e jacarepaguá remarcou nossa entrevista para o meio de setembro. prometeremos sair um dia antes de casa, e avisaremos de novo nas proximidades.
- segunda feira agora deve rolar um ensaio muito legal com as pessoas que vão cantar com a gente no sérgio porto. mal posso esperar pela cara de decepção deles ao constatarem que nós somos uma grande farsa e tudo que eles ouviram nos shows foi um grande playback, gravado originalmente por sullivan e massadas.
- pegaram carona no carro do marcello essa semana: lascivalula, diana krall, rush, thefeitos, cartola e mutantes.
- cachorro grande e lobão sobem no palco do teatro odisséia amanhã, um de cada vez. perder essa série canina será o maior mico que uma pessoa poderá pagar nesse meio de feriado no RJ. mas a pergunta fica no ar: o que é maior? um lobão ou um cachorro grande? ou um lobo grande? ou um cachorrão? mistério...
- está prontinho da silva nosso single, que será distribuido aos que forem no nosso show de aniversário, dia 8 de setembro, agora lá no espaço cultural sérgio porto no humaitá. a finalização de mixagem e pré-masterização ficaram muito boas mesmo. a melhor das gravações do lascivalula, é o que dizem por aí. e o presente não para por aí: dentro ainda há um arquivo multimídia para a alegria de vocês. (na verdade é pra nossa consciência de estar gravando apenas uma faixa em um cd ficar mais limpa)
- essa semana foi sinistra. o tom capone morreu, a maior galera na russia morreu, e eu também pra falar a verdade nem to me sentindo muito bem.
- mas quanto ao capone, foi uma perda enorme para a cena fonográfica brasileira. no entanto, estamos agenciando nosso guitarrista guga_bruno para as bandas que perderam o tom. (trocadilhômetro tilintando). por favor, interessados enviar e-mails com propostas.
- a entrevista na rádio veiga de almeida foi um fiasco. não pela equipe da rádio e nem pelo programa, que são fantásticos, mas sim por mim e pelo jamil, que chegamos a 10 minutos do fim do programa graças ao trânsito do rio de janeiro. no entanto a simpaticíssima equipe do programa que passa em 99.3mhz para barra, recreio e jacarepaguá remarcou nossa entrevista para o meio de setembro. prometeremos sair um dia antes de casa, e avisaremos de novo nas proximidades.
- segunda feira agora deve rolar um ensaio muito legal com as pessoas que vão cantar com a gente no sérgio porto. mal posso esperar pela cara de decepção deles ao constatarem que nós somos uma grande farsa e tudo que eles ouviram nos shows foi um grande playback, gravado originalmente por sullivan e massadas.
- pegaram carona no carro do marcello essa semana: lascivalula, diana krall, rush, thefeitos, cartola e mutantes.