26.5.05

Ou Diniu Is Tuff

a poucas semanas das nossas férias coletivas de shows - o jamil como o mundo já sabe vai viajar por um mês para gastar parte dos milhões que ele acumulou até agora estando no lasciva lula - estou colocando umas gracinhas aqui para ir entretendo vocês enquanto isso.

trata-se de músicas gravadas ao vivo ou em ensaios, em situações e versões curiosas!
divirtam-se!

CARTA AO IEL - essa música foi gravada em um ensaio, como opção de música para entrar no óleo de saliva, mais precisamente em 26/03/2003. é uma música que o lasciva já andava tocando desde a antiga formação. pensamos nela para o óleo de saliva na época, mas acabou que não estava do jeito que a gente queria. de vez em quando tocamos ela em shows, mas honestamente... até hoje não está exatamente do jeito que a gente queria. se vai entrar no cd que a gente vai gravar nesse ano? só deus sabe, e se ela ficar exatamente como a gente quer.

a letra é das antigas também, e é uma suposta carta do felipe ao baterista da época, em um futuro distante, contando como foi que as coisas aconteceram depois do fim do lasciva lula.

VAI QUE MORRE - versão ao vivo da música já gravada no "primeira edição". naturalmente ela ao vivo ganhou mais peso e dinâmica. nessa versão ela está alucinadamente mais rápida, o que se por um lado não é o normal ao vivo, por outro também não foi a primeira vez e muito menos será a última. gravado no evento "sintonia", em 2004, e cedido gentilmente pela organização do evento.

BRECHÓ - música que já viemos tocando com certa frequência em shows, com uma resposta muito boa do público. é do grupinho de músicas mais "esquisitas" do lasciva na minha opinião, juntando ao mesmo tempo partes pesadas, leves, e andamentos estranhos. a gravação é do mesmo evento da anterior. candidata certa a ser gravada decentemente e cair no próximo cd.

ganha um doce quem adivinhar do que fala a letra. felipe e suas maluquices. é claro que ele já nos contou do que se trata... e é claro que a gente não vai contar pra vocês.

19.5.05

agora vamos ao momento "fofocas das nossas vidas", por marcello cals

- o felipe tá trabalhando que nem um condenado. mas tá gostando, tipo mulher de malandro. de fato o trabalho dele tem rendido ao nosso caro vocalista bons momentos, mas daí ele passa mais tempo da vida ocupado e o que resta, cansado. no entanto tá sempre fazendo uma pérola aqui e outra ali. quando achávamos que conseguimos mais ou menos fechar as músicas que seriam gravadas no cd que a gente vai meter as caras a partir de julho, o menino chega com uma musica sensacional, que já está sendo desenvolvida. uma outra, mais antiga, que eu sempre insisti que fosse tocada (e ele tinha esquecido de como era) foi apresentada ao jamil (quando relembrada), que aparentemente gostou. ela é foda, vamos ver o que sai.

- o guga também tá ralando um bocado. nessa semana foi aniversario dele. ia ligar pra ele so umas 21:00 para que ele ja estivesse com certeza em casa. liguei e ele nao tava. torci para que ele estivesse comemorando. nao tava. liguei as 22:00 e achei ele recém chegado do trabalho. além do mais, o guga, assim como eu, tem 70 bilhões de projetos na cabeça, todos simultâneos e com níveis de prioridade que variam a cada por do sol, o que só faz a vida do rapaz ser mais ocupada ainda. e ainda tem tempo para escrever suas pérolas da música, como a que ja foi descrita nesse mesmo blog dias atrás.

- o jamil tava de bobeira. mas agora tá entrando no time da ralação também. daqui há um mês ele parte para uma viagem de um mês, e nesse tempo estaremos sem fazer shows, óbvio. apesar disso, estaremos pensando nos arranjos e agitando a agenda para os proximos meses. semana passada, depois do show na prelude, fomos pra casa dele. todo mundo encheu a lata, e o jamil ficou totalmente doidalhaço. quis pular da janela e o caralho. uma hora eu me meti a besta e fui tentar filmar ele com sua propria maquina digital. ele agarrou meus dreads como se fosse o tarzã agarrando um cipó e me zuniu na cama dele. saí correndo antes do estupro eminente.

- também to trabalhando bastante, mas de forma somente "normal", tipo de 9:00 as 18:00. os tais 70 milhoes de planos ocupam o resto do tempo. para a banda, o que mais tenho feito é praticado rudimentos de caixa e fortalecimento do pulso. tenho que aproveitar enquanto essa onda boa está rolando, daqui a pouco vou acabar deixando isso pra trás de novo, o que é uma lástima, porque a melhora é perceptivelmente absurda. de resto, baixei ontem um zipão daqueles que só o emule é capaz de nos proporcionar, com todos os cds do morphine e de quebra mais um que se nao me engano é um album ao vivo feito por um fã. o nome não poderia deixar de ser tóchicu: "opium". agora já tenho dias e dias de momentos felizes pela frente.

13.5.05

às vezes as pessoas falam que eu sou bonzinho.
isso é uma baita mentira, eu sou um monstro, e se pareço bonzinho é porque não compartilho com vocês todos meus pensamentos. vejam só os últimos que me ocorreram nas últimas semanas:

- vá a algum lugar desses que tem cartela de consumação. leve sua máquina digital. tire uma boa foto da cartela em enquadramento frontal e perceba bem em que tipo de papel ela está impresso, assim como suas dimensões. no dia seguinte compre umas folhas de um papel semelhante, corte umas 4 ou 5 cartelas e imprima com a máxima resolução de sua impressora a foto que foi tirada. da próxima vez que for ao local "perca" algumas pelo chão e observe a reação - provavelmente desonesta - das pessoas. marque alguns consumos na cartela à caneta para dar maior verossimilhança. banheiros e escadas são os melhores locais. ria à vontade quando elas forem pegas e os seguranças "delicadamente" as expulsarem do local.

- faça parecido com notas de dinheiro. compre um papel um pouco mais fino. scanneie uma nota de 50 reais. imprima dos dois lados a nota, de umas amassadas para deixar que nem dinheiro de bêbado e "perca" por ai. fique de longe vendo a falsa sensação de bonanza financeira que está por vir - e que durará cerca de 10s. uma bebida para acompanhar vai bem. se estiver com mais alguém, não esqueça de uns brindes entre uma risada e outra.

- no seu orkut, configure todas as meninas (ou rapazes) para estarem no seu "crush list". com isso, automaticamente voce receberá uma notificação do sistema informando quem são as que também colocaram você na lista delas. nesse momento é importante ter o telefone de todas elas à mão, para ligar para elas imediatamente e zoar para todo o sempre por serem tão nerds. se elas alegarem que fizeram a mesma coisa que você, todos nós saberemos que é mentira. se você JÁ usa o crush list do orkut, por favor nunca mais precisa falar comigo. se, no entanto, aquela gatassa por quem você sempre esteve a fim estava contigo na famigerada lista, por favor desconsidere esse tópico a partir dos telefonemas de zoação, e contem para os seus amigos que vocês se conheceram num bar, ou numa boate, ou num show, ou em outro desses lugares onde as pessoas normais se conhecem.

- ao estar sentado num ônibus com alguns assentos vagos, sente em um banco com outra pessoa, sem olhar para a pessoa ao lado. durante a viagem dê uma espiada para ela (se assegure que ela estará observando você também), se espante, e mude de lugar para outro banco que também tenha outro desconhecido. também funciona se você estiver sozinho no banco e a pessoa vier a sentar ao seu lado depois. proceda da mesma forma. se o sujeito for grande, forte ou mal encarado, aborte a operação e pratique em outra oportunidade.

- aliás, quando eu era do colégio tinha uma menina MUITO feia da minha sala. todo mundo zoava. o tempo passou e eu nunca mais a vi. em algum dia da minha breve vida nessa lacuna entre os dias presentes e a época de colégio eu cheguei a pensar que de repente ela nem era mais tão feia assim, e que na época mesmo ela nem deveria ser muito feia, a gente que aumentava só de maldade. (para maiores detalhes, procure saber sobre "o caso da filha feia"). pois bem. ontem estava na rua e passei por ela. foi mais aliviante do que bênção do papa, ela é feia pra caralho mesmo. não que ela tenha merecido, mas todas as duras palavras referidas a ela foram, de fato, coerentes.

esse foi o post nada-a-ver-com-a-banda sobre minha personalidade satânica.
(agora que ja queimei meu filme como baterista e posteriormente como ser humano, o que resta fazer?)

11.5.05

2a feira, manhã comum.
baba seca no canto da boca, remela nos canto dos olhos, preguiça no corpo inteiro. tudo comum.

o email dizia : "então, vamos gravar na 4a?"
os neuronios mal terminavam o café enquanto eu queria saber se tinha esquecido de algum compromisso. não tinha. ou DESSA VEZ não. nem sabia o que seria. na realidade a única coisa que eu sabia no meio de todos esses "não-seis" era que pouco adiantava eu querer de fato entender algo, vindo dele. e eu sei que ele também já contava com essa minha reação para que o plano desse todo certo.

não foi 4a, no fim. foi terça.
terça à noite, no staccato, ali no macaranã.

para compensar a pouca prática recente, preferi marcar sozinho uma hora antes.
subi para a saleta mostarda para me entreter numa imensidão de pás, pums, tins e tchás. primeiro para dar uma aquecida, e depois para confundir os dois - que, muito depois da refeição matinal, já deviam estar achando que era o fim do expediente - com ritmos, velocidades e pegadas incomuns ao que eu geralmente faço.

21:10 e nada.
comecei então a montar o equipamento na sala em frente, para gravação.
após conferir um pouco do som dos amigos "papas echos" numa visita térrea, eis que chega o afoito marcador do compromisso após um confuso dia de trabalho. vamos pra sala de cima, e ele ainda muito agitado, não sabia direito o que fazer primeiro, afinal de contas faltavam menos de 1 hora e meia para gravar por completo uma canção que eu nem sequer sabia qual era.

não era lasciva. era guga.
ele queria uma versão de uma musica que compusera com todos os instrumentos para ver como ficaria, e me recrutou para tentarmos em 2 horas fazer algum milagre.

após passar alguns detalhes de nuances e a estrutura básica, nos arriscamos a alguns takes. a idéia se guiar pelo sentimento que ela passasse, e assim se fez. três ou quatro tentativas depois tínhamos duas, das quais optou-se por uma.

minha tarefa foi simples. diria até que simplérrima. diria até que alguns meses de aula em bateria fariam com que ele próprio tivesse alcançado resultado parecido ou até melhor.

o guga, e mesmo o jamil e o felipe me elogiam um bocado como baterista. eu acho que eles exageram. eles acham que é modéstia. eu acho que não. mas o pior é quando eles me comparam com o guga, algo como "o guga e o marcello são fodas". isso é uma tremenda duma discrepância, e uma injustiça com o próprio adjetivo usado. se você já viu o guga tocando vocês sabem. mas vocês tinham que ver o que eu vejo de vez em quando.

quando começou a gravação do baixo e depois - principalmente - da guitarra da música, é uma coisa impressionante. a facilidade com que ele passa de uma corda para outra, de um acorde para outro, de uma posição esquisita para uma palhetada totalmente comum, de uma batida forte como o mike tyson para uma suave como uma brisa, são de arrepiar. para mim, era como se guitarra e pessoa fossem uma coisa só. é como se ele entendesse tudo daquilo ali, é como se a dificuldade de executar qualquer coisa entre aqueles trastes fosse a mesma sua de estar lendo essas palavras. (se você estiver contando isso para um cego, por favor, faça as adaptações cabíveis).

entre um pensamento ou outro de como será que eu poderia fazer para ganhar dinheiro com aquilo - fazendo uma espécie de tour para as pessoas verem ele tocar - eu ficava horrorizado como, ainda que na melhor das intenções, o jamil, felipe e o próprio me colocavam no mesmo pacote que ele. quisera estar engatinhando menos.

quando a gente fazia arquitetura um dia do nada ele chegou pra mim e disse que ia largar, que não aguentava mais nada daquilo, que achava fazer maquete um saco (e ele tem é razão) e que para que ele fosse fiel ao que ele queria e gostava, ele deveria ser músico.

juntando todos os pensamentos durante a gravação eu acho que só torcia para que o plano dele desse muito certo. seria uma imensa lástima para a música, como arte, se não desse. enfim, carrego comigo ao menos o consolo de que vendo ele tocar já me faz querer ser um baterista e - acima de tudo - um músico melhor.

(e melhor que ele, claro).
=)


esse foi o post pelando o saco de guga_bruno

8.5.05

Como sou desnaturado e não fui pra Cabo Frio no dia das mães minha terapia ocupacional será um post aqui. Os fãs do Marcello q me perdoem, mas hj o espaço é meu.

Sexta-Feira dos "aldos"

Sexta-feira - parte 1.
Vou com uns amigos ao show do Geraldo Azevedo lá em Nikity. Não conhecia quase nada do repertório do cara. De certa forma isso é bom... é como assistir um filme sem ter lido a sinopse, tudo é novidade. Showzinho comportado, pessoas sentadas com poltronas numeradas e somente ele, o Geraldo, tocando violão e cantando. Tocando violão pracacete e cantando ídem, diga-se de passagem. Show leve e bonito, que acabou cedo e que não tirou minha disposição pra continuar a noite.

Sexta-feira - parte 2.
Ligo pro Felipe, que está na Lapa enchendo a cara com os dois Maurícios da banda Papa Echo e que em breve entrariam no show do Arnaldo Antunes. "Vem pra cá, porra! Tá tranquilasso!". E parto eu e minha senhora de Nikity (não, eu não tenho uma namorada em Nikity e outra no Rio, é que estávamos em Nikity, entendeu?) ao encontro dos 3. Umas cervejas do lado de fora e adentramos no Circo Voador exatamente no início do show. Assim como com o Geraldo, não conhecia muita coisa do Arnaldo e já chego me surpreendendo com o cenário e figurinos. Quando o Lasciva for famoso vou contratar os responsáveis pelo show do cara pra fazerem o nosso. Um arraso, amor. O local estava realmente tranquilasso, como cantou o Felipe, mas eu diria ideal. Aquela área dos shows totalmente tomada mas possibilitando uma locomoção das pessoas sem o uso de técnicas de artes marciais e um clima ótimo. E o show vai rolando e o Felipe e o Maurício (um dos dois), doentes por Arnaldo Antunes, vão enlouquecendo junto com o restante do público e quando eu me dou conta já fui totalmente absorvido por aquele clima criado por aquela figura estranha de vermelho lá do palco que dá chutes no ar e solta berros desconexos e canto as partes q sei e grito nas q não sei. Caralho! Que show é esse!!?? Que as letras do rapaz são fodas todo mundo sabe, mas ver as palavras saindo ali, ao vivo, é outra. E deita no chão, desce na platéia, dá o microfone prum cara improvisar na gaita. No final, o biz tradicional, daquele que toda banda faz. Acaba o biz e as pessoas não deixam o cara ir embora, ele volta e toca mais duas ou três músicas meio que no improviso: "acho q não vou mais embora", diz ele. E sai deixando um ar de alegria geral. Era nítido q ele também estava feliz. Assim como toda a banda, a qual injustamente esqueci de mencionar que é muito boa. Tá mencionado então.

Já pro final do show falo pro Felipe que vendo um show desses chego a achar a gente e quase tudo q vi ultimamente umas bostas, que não tem nada de novo descente e o escambau mas ele me responde, bêbado e feliz: "Jamil, o cara já fez coreografias com o Nando Reis no Chacrinha" e imita a coreografia tosca (ainda mais tosca no Felipe) , "é assim mesmo, relaxa". E tudo volta ao normal e eu posso voltar pra casa feliz da vida.


hj tem show

bem, pra quem passar por aqui a tempo, hj tem show nosso lá no Cariolapa, um lugarzinho novo muito legal em frente ao Teatro Odisséia. As infos tão lá em www.lascivalula.com.br Apareçam!

5.5.05

olá, faz tempo, né?
o transeunte desapercebido não faz a menor idéia do que eu tô dizendo, mas todos os meus 7 leitores (na verdade são 6, mas um tem dupla personalidade) já estavam achando que finalmente a sensatez teria imperado e eu, por fim, teria dado por encerrado os comentários de minha medíocre vida. ledo engano, e como vaso ruim não quebra, estou aqui para apurrinhá-los mais uma vez.

aproveito para mandar um abraço para o plico, pai do meu chefe, que eu lembrei dele hoje do nada. grande figura! tenho certeza de que não olha mais para um elevador da mesma forma, e assim que terminar meus dois livros mando cópias exclusivas para toda sua família que reside na espetacular mansão de 8 andares em cabo frio. tudo isso por conta de felicidade que me deram com creme de abacate. (já comeram? é ótimo!)

ok, ok.
vamos passar o momento nonsense!



1-
ontem fui no evento do odisséia, que contou com várias bandas legais para caramba: columbia, pic-nic, som da rua, mim, the feitos (ou emo, se for melhor para mim) e nervoso. teria sido sensacional, se não tivesse colocado tanta banda e começado tão tarde. o resultado foi o que você já está pensando: show do emo (ou the feitos, se for melhor para você) meio vazio e do nervoso bastante vazio.

pô, o show do nervoso então.... mó sacanagem. como eu saí do odisséia com as últimas baratas que comiam os pedaços de batatas fritas do chão e eram 3:30, acredito que o show dele tenha começado umas 2:50/3:00, o que é um absurdo para uma simples quarta feira.

azar de todo mundo, que perdeu - na minha opinião - 2 dos 3 melhores shows da noite (a terceira banda você especula ai). e o pior é que nem é culpa das pessoas, é culpa do planejamento do evento. the feito segue lá em cima na minha lista de shows mais empolgantes do RJ e o nervoso eu acho cada vez melhor. o cd aliás, foi comprado e está sob análise.


2-
estamos meio de férias, nós, do lasciva lula.
após duas semanas bem movimentadas - quando tocamos em campinas, sao paulo, cabo frio e rio de janeiro, com varios ensaios embutidos nesse periodo - nos demos umas duas de férias, sem ensaio e sem nada.

achava que era só comigo, mas ontem pude confirmar com o guga a felicidade de poder dormir as 22:00 e acordar as 8:00 sem culpa e super bem disposto. venham rugas, estou pronto para a velhice!


3-
no fim de semana passado fui na prelude conferir mais uma noite de "all stars" da cena independente do universo paralelo1 do rio de janeiro; contando com columbia, stellabella, abaixo de zero e moptop. 4 shows muito bons para o fim de um domingo feliz.

o moptop, alias, vencedor da primeira etapa do claro que é rock. já conheco as peças faz algum tempo, adoro eles, mas nunca tinha visto o show. ao fim dele, a constatacao: nao estou em posicao de dizer se eles sao melhores ou piores do que um ou outro, mas eles sao muito bons. a vitoria deles no claro que é rock entre as outras 4 bandas quase nao me surpreende.



4-
domingo agora tem show, junto com o terceira via e o roletão magiro, no cariolapa, que é uma casa com musica ao vivo ali bem na frente do teatro odisseia.

serei honesto, quase nada sei sobre todos os elementos acima: ja tocamos com o terceira via mas faz muito tempo; o roletao nunca ouvi; o cariolapa mal vi; o lasciva lula quase ja esqueci.


5-
até junho a gente ta com um bom fluxo de shows ai, em varios pontos, e com varias bandas legais! ai em junho o jamil vai ficar no peru por um mes. ai voces entendam como quiser.



6-
enquanto o jamil estiver no peru, farei um protesto e ficarei barbudo.
no dia que ele viajar raspo meu buço, e só raspo de novo após o primeiro show com sua volta.
e tenho dito.

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